
Para quem não vive sem janelas de chat pipocando no monitor e já se habituou o usar o Skype no lugar do telefone. O Gmail Chat, ferramenta de bate-papo do Google, que já fazia chamadas com voz, acaba de ganhar vídeo. Isso quer dizer que com uma conexão em banda larga, webcam e microfone você pode clicar seu contato no Gmail e conversar com ele vendo-o ao vivo. E o melhor de tudo: sem ter que gastar um centavo. “No Google, temos usado a ferramenta de vídeo conferência e o resultado tem sido satisfatório, com boa qualidade de som e sem retardos”, conta Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil.
O recurso é gratuito e requer a instalação de um plug-in, que está em http://mail.google.com/videochat. A instalação é rápida e fácil. Depois é só reiniciar o browser e checar quais dos seus contatos também instalou o programinha. Dica: ao lado do nome aparece o ícone de uma câmera no lugar da habitual bolinha. Quem tiver o nome acompanhado pelo novo ícone está apto para conversar por vídeo.
Clique no contato para abrir a janelinha de bate-papo por texto. Em seguida, clique as opções Vídeo e mais, e Iniciar bate-papo em vídeo. Você ouvirá um tom, como um telefone chamando numa ligação convencional. Quando o interlocutor atender a chamada, a janela de vídeo se abre, e a imagem dele ocupa a maior parte da tela, para você, enquanto a sua imagem aparece no canto inferior, e menor. Seu interlocutor verá o contrário. Se preferir, você pode mover a janela e mudar a posição da tela menor.

Em testes realizados em um notebook com 1 GB de RAM, Windows Vista, webcam e microfone embutidos, e conexão de 3 Mbps, a qualidade do som e da imagem foi satisfatória. Houve um pequeno retardo entre som e imagem, mas nenhum engasgo. Nada que comprometesse a conversa. A janela de vídeo pode ser ampliada, mas isso prejudica a a imagem. Quanto melhor a webcam e maior a velocidade de conexão, melhor o vídeo.
Por enquanto, o Google não pretende entrar no mercado do Skype. “Nosso negócio é o chat. O vídeo complementa o bate-papo do Gmail e não há planos de vender créditos”, diz o diretor do Google Brasil.
Fonte: O Dia








